Dirigir uma escola é uma tarefa árdua! Difícil mesmo! Dirigir uma escola da Rede Municipal de Educação na cidade do Rio de Janeiro é ainda mais complicado. Como diríamos hoje em dia, é uma tarefa para OS FORTES!
Na Unidade Escolar em que trabalho, por exemplo, desde 2012 as diretoras atuaram com muita luta e resiliência. Trabalharam incansavelmente para gerar mudanças estruturais e organizacionais. Muita coisa melhorou nesses aspectos incontestavelmente: banheiros novos, instalações com ar condicionado, pintura, merenda...
Consequentemente passamos a ter alunos um pouco mais tranquilos e disciplinados porque percebem quando estão sendo CUIDADOS. Não eram mudanças pedagógicas, mas, mesmo assim, mudam o comportamento quando notam que nos interessamos realmente por eles. A direção realmente estava ENGAJADAS COM A EDUCAÇÃO e esse engajamento gera frutos positivos para toda escola inevitavelmente. São coisas que não precisam ser ditas e, como um vírus, sentimos no ar a SEGURANÇA que gestores comprometidos nos trazem.
Consequentemente começa em nós um desejo de colaborar com essas mudanças e aí chega a vez do projeto pedagógico. E quando estávamos a beira de vivenciarmos isso, chegam as decisões políticas que estragam tudo!!!!Saí a nossa direção, seja lá por que motivo for, e todos nós ficamos acuados e temerosos por nosso futuro. Foram quase dois meses de incertezas. Isso obviamente se refletiu sobre toda comunidade escolar.
Alunos mais REBELDES, INDISCIPLINADOS, professores mais DESMOTIVADOS... cada um expressando suas carências do jeito que sabem. E todo avanço dos últimos dois anos se esvaindo dia após dia. É assim que são as DECISÕES POLÍTICAS: devastadoras com a causa da educação.
Retomando a ideia de minha postagem anterior, todos nós refletimos sobre o que vivenciamos e conscientemente, ou não, expressamos isso. Quando mais atentos e maduros expressamos com palavras. Quando não, com atitudes.
A violência vigente nas escolas de nossos dias, em minha singela opinião, tem tudo a ver como modo como os alunos se sentem tratados pelo seus 'superiores': professores, diretores, governantes. Escolas com direções realmente comprometidas com a casa da educação, mesmo que estejam em comunidades extremamente violentas, são escolas que geram frutos positivos para toda a comunidade. Nem os bandidos querem que elas saiam dali porque percebem o bem que aquele ambiente causa as crianças e adolescentes da comunidade. Entretanto, quando a politicagem chega em nossas escolas nossos alunos rapidamente percebem e o clima automaticamente muda. A violência e a primeira marca e a mais tangente.
Decisões engajadas X Decisões políticas: arcaremos com as consequências de cada uma delas.
Na Unidade Escolar em que trabalho, por exemplo, desde 2012 as diretoras atuaram com muita luta e resiliência. Trabalharam incansavelmente para gerar mudanças estruturais e organizacionais. Muita coisa melhorou nesses aspectos incontestavelmente: banheiros novos, instalações com ar condicionado, pintura, merenda...
Consequentemente passamos a ter alunos um pouco mais tranquilos e disciplinados porque percebem quando estão sendo CUIDADOS. Não eram mudanças pedagógicas, mas, mesmo assim, mudam o comportamento quando notam que nos interessamos realmente por eles. A direção realmente estava ENGAJADAS COM A EDUCAÇÃO e esse engajamento gera frutos positivos para toda escola inevitavelmente. São coisas que não precisam ser ditas e, como um vírus, sentimos no ar a SEGURANÇA que gestores comprometidos nos trazem.
Consequentemente começa em nós um desejo de colaborar com essas mudanças e aí chega a vez do projeto pedagógico. E quando estávamos a beira de vivenciarmos isso, chegam as decisões políticas que estragam tudo!!!!Saí a nossa direção, seja lá por que motivo for, e todos nós ficamos acuados e temerosos por nosso futuro. Foram quase dois meses de incertezas. Isso obviamente se refletiu sobre toda comunidade escolar.
Alunos mais REBELDES, INDISCIPLINADOS, professores mais DESMOTIVADOS... cada um expressando suas carências do jeito que sabem. E todo avanço dos últimos dois anos se esvaindo dia após dia. É assim que são as DECISÕES POLÍTICAS: devastadoras com a causa da educação.
Retomando a ideia de minha postagem anterior, todos nós refletimos sobre o que vivenciamos e conscientemente, ou não, expressamos isso. Quando mais atentos e maduros expressamos com palavras. Quando não, com atitudes.
A violência vigente nas escolas de nossos dias, em minha singela opinião, tem tudo a ver como modo como os alunos se sentem tratados pelo seus 'superiores': professores, diretores, governantes. Escolas com direções realmente comprometidas com a casa da educação, mesmo que estejam em comunidades extremamente violentas, são escolas que geram frutos positivos para toda a comunidade. Nem os bandidos querem que elas saiam dali porque percebem o bem que aquele ambiente causa as crianças e adolescentes da comunidade. Entretanto, quando a politicagem chega em nossas escolas nossos alunos rapidamente percebem e o clima automaticamente muda. A violência e a primeira marca e a mais tangente.
Decisões engajadas X Decisões políticas: arcaremos com as consequências de cada uma delas.
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